Viva la vida

O ser humano é um ser livre, apesar de tudo. O tempo nos proporcionou essa virtude. O tempo fez com que pudéssemos fazer nossas próprias escolhas, podemos escolher um futuro emprego, os amigos, os caminhos, as chances e muitas outras coisas.
Nós somos seres racionais completamente diferentes um dos outros. Cada pessoa tem seu gosto para cores, comidas, roupas, sapatos, escolas, amigos, musicas, filmes e principalmente o estilo.  
Cada um tem sua essência e é sobre ela que aprendemos a ter um caráter. É essa mesma essência que faz com que a gente possa ter a base da vida inspirada em nossos atos.
Somos tão diferentes um dos outros pelos nossos estilos, mas ao mesmo tempo, tão iguais. Todos nós temos o mesmo propósito: Viver. E é esse pequeno verbo que faz com que a gente construa quem nós somos. Somos estrelas, que procuram brilhar todo o sempre.
Eu por exemplo, quando digo que sou teimosa, preguiçosa, difícil de lidar e estranha, não estou mentindo. Eu sou isso tudo e muito mais. Não faço questão de ser perfeita, tenho qualidades imensas apesar dos defeitos. Sou apenas uma pessoa buscando manter as qualidades acima dos defeitos. Esse é o único objetivo da minha vida, viver de qualidades e não de defeitos. Pra procurar ser uma estrela e poder brilhar infinitamente.
Quando você achar que não existe felicidade, não se engane. A felicidade está nas coisas que você gosta, está em um objeto, uma pessoa, um sentimento... Somos assim, buscamos a felicidade, buscamos brilhar.
Quando você achar que não se encaixa no mundo que te espera lá fora, não se iluda. O mundo precisa de alguém como você seja lá como você for. Todos têm um objetivo no mundo, todos têm um encaixe.
Por mais difícil que possa parecer, brigar com outros humanos buscando o aprender na sociedade a fora, é simples. Todos querem ser estrelas, todos querem brilhar constantemente para formarmos a constelação que chamamos de mundo.

Caminho da vida

A vida é uma escola, e não importa o jeito que vivemos nós sempre aprendemos algo. Podemos interpretar a vida como um caminho, um caminho do qual a felicidade não está no destino e sim na jornada ao destino! Por que quando chegamos ao destino está na hora de descansar, ou como dizem os populares: É hora de morrer. E na verdade não existe tristeza na morte, o triste é ver que nós não aproveitamos a vida. E é assim vivendo e aprendendo, e quanto mais velho você fica mais experiência vocês ganha e mais além você segue em seu caminho. E nessa jornada chamada vida você aprende muitas coisas... Você aprende que conhecimento não é a mesma coisa que sabedoria, a sabedoria está no agir, você repara que sempre tem algo acontecendo nada é banal. E da pior maneira possível aprende que quem mais tem dificuldade de amar, é quem mais precisa ser amado! Você re-lembra o passado lembrando-se de como era feliz e nem sabia, você sofre muito, você ERRA. Porém nesse caminho errando você aprende que nada é eterno e que o “pra sempre” sempre acaba, nessas horas então o tempo vira seu pior inimigo, e você descobre que todos nós caímos e o tempo nunca para pára nos esperar levantar. Você descobre que a melhor recompensa desse caminho são seus amigos, e quebrando a cara você aprende que os amigos de verdade se contam nos dedos de uma mão só! Você aprende que a distância não é grande coisa quando há o amor, você vê que não é bom ficar olhando para traz, o que já foi percorrido, e não se pode tentar adivinhar o caminho que vem pela sua frente você tem que viver o agora e de alguma maneira aceitar, que de fato pode não haver um amanhã! E quando você chegar ao seu destino não tenha medo... A morte é um dia que vale a pena viver! Pois depois de uma longa jornada é tempo de descansar.

Por: Elvio Crestani Junior

Porque o sol que queima minha pele...


...é o mesmo que te aquece. E a lua que me traz paz, é a mesma que te observa todas as noites. Se o dia estiver cinza lembro-me de você e o vejo azul. Gosto de recordar dos nossos dias de paz e perceber que um dia, eu tive uma companheira além do som do meu coração.

Sons, cores e tons


Não tenho ideia do que escrever, mas quanto mais a dúvida surge, mais eu me sinto inspirada pra fazer alguma coisa, criar algo. Uma informalidade insana, entre mim e meus pensamentos significativos.
Não é difícil usar a criatividade, isso eu tenho de sobra – ou penso que tenho. O difícil, é fazer com que a sua ideia fique boa em um pedaço de papel.
Com essa vida cigana, aprendi que não vale apena amar as pessoas, mas é impossível não as amar, quando estou desesperada por amor. Preciso da atenção esbelta, preciso de alguém pra confiar, mas que eu possa confiar de verdade. Sem me preocupar em saber que em poucos anos, tudo vai mudar novamente, vai doer da mesma forma, e eu vou sofrer ainda mais.
Será que Deus não teve dó de mim quando criou o meu futuro deprimente? Uma criatura tão vulnerável, porque a justiça não o impediu de fazer o que fez comigo?
                Não estou reclamando, Deus escreve por linhas tortas. Eu sei. Mas o meu futuro não era o que eu esperava, o meu passado me assusta, me faz temer. Não pelos meus atos – jamais – mas, por tudo que passei. Várias cidades diferentes, conhecendo pessoas novas, as amando com muita facilidade, e confiando nelas com a mesma facilidade, mas depois, acontece uma nova mudança e tudo que se passa na cabeça de uma jovem adolescente é: Essa dor não acaba nunca?
                Perder os amigos que te fizeram rir na sua realizada infância e não poder fazer nada pra impedir que isso aconteça. Não é isso que desejo pra nem uma das pessoas que pude viver, não é isso que desejo a ninguém.  
                É pedir muito poder confiar alguém? É pedir muito ter alguém? Não que eu não tenha amigos, esses eu tenho de monte. Mas, não os quero pra não poder viver com eles mais que poucos anos. Pra que? Pra os amar e os perder? Não é assim tão fácil. Não é mesmo.  
Mas é ainda mais difícil, quando você precisa fingir que nada acontece. Que a depressão não te mata por dentro. Quando ela parece corroer todos seus órgãos, até não sobrar mais nem uma veia.
                Fico feliz em saber que existem pessoas que se preocupam comigo. Podemos os chamar de amigos. Mas, será que essa mesma preocupação ainda existirá daqui a cinco anos? É aquela revoltante certeza óbvia que você quer que se torne uma dúvida.
                Já não sei dizer pras minhas amigas: “Confie em mim, seremos amigas pra sempre!”. Cheguei à conclusão – da pior maneira possível – que isso não existe. Nunca existiu. Pelo menos pra mim.

Eu sinto muito mais ciúme...

...do que pareço sentir. Eu sofro muito mais do que pareço sofrer. E finjo muito mais do que pareço fingir.

I confess


De tudo que já passei,
Sei que não deveria ficar mal,
Mas é impossível, quando tudo que vejo é felicidade
E a tristeza vive em mim.

Sei que não deveria me isolar
Mas que escolha eu tenho
Se é isso que eu quero?

Se a falsidade está exposta,
Por que não expor a sinceridade com ela?
Se o medo de viver está ao meu redor,
Vale a pena enfrentá-lo?

Se me perguntarem se estou bem
Devo dizer que sim,
Ou assumir que não?

E quando o coração pesar,
Devo me arrepender de ser assim tão triste?
Ninguém percebe, mas é o sentimento que aqui vive:
A tristeza.

Tenho medo de não ser pras pessoas,
O que elas esperavam que eu fosse.
Tenho medo de dizer como realmente me sinto,
E for rejeitada.

E não ligo para o que o mundo pense.
Só ligo pra quem eu realmente amo.

Se eu encontrar alguém igual a mim?
Ficaria muito feliz!
Mas se você não é,
Eu vou respeitar e ser seu amigo do mesmo jeito.
E espero que você me respeite também.

As vezes...

 ...a minha maior vontade é ser uma pluma. Quando começa a cair, ela demora pra chegar ao chão".

I, me and myself


Sou diferente. Sei que sou diferente, sinto isso – as pessoas me dizem isso. Gosto dos venenos mais doces, das bebidas mais amargas, das aventuras mais perigosas. Não me preocupo com o depois, ele vem quando quiser vir. A pressão também está presente, mas eu não estou ligando pra ela. Quero aproveitar a vida e passar por todas as fases presentes intensamente. Tenho os sonhos mais loucos, os desejos mais impossíveis. Gosto do modo como a vida me surpreende, gosto de quando não sei o que vou enfrentar. Saboreio a felicidade alheia, e a tristeza também. Gosto da dor presente, apesar de me machucar. Gosto das risadas estranhas, dos gostos estranhos, dos estilos estranhos, das coisas estranhas. Gosto do desconhecido. Sou extremamente obsessiva. Gosto da atenção. Sei fazer amizades em cinco segundos. Gosto de quando me elogiam. Gosto quando me olham atravessado. Adoro quando erro – eu vou aprender com isso mesmo. Amo Audrey Hepburn e Marylin Monroe. Amo a Califórnia – apesar de nunca ter ido pra lá. E quando você quiser que a escuridão seja minha única companhia, eu vou gritar:
- E daí? Com a minha companhia eu transformo qualquer escuridão em imensa luz. Só preciso de eu mesma para fazer da escuridão, meu mundo colorido. 
Porque é isso que faço, com a minha criatividade e imaginação: transformo qualquer inferno em um paraíso.

"I won't say that I can't live without you...

...because I can. I just, don't want to". (Autor desconhecido)

behind a dream

Sonhar. 
Verbo pequeno, mas com imenso tamanho. Afinal, sonhamos a todo momento, em qualquer lugar, com qualquer pessoa, em qualquer instante. Sonhar nos proporciona imaginar desde coisas pequenas à gigantescas. Ajuda-nos a viver em um mundo que não é nosso, mas que gostariamos que fosse. Porque sonharíamos se não gostassemos de alcançar o que nossa mente nos fornesse? 
Permita-se sonhar. Permita-se só por um momento acreditar que as dores sumirão, seu mundo mudará e você alcançará tudo que você quer. Porque no fim, o paraíso nos aguarda para realizarmos nossos sonhos.